Fazer a final da Champions no SBT foi um dos pontos altos da minha carreira', relata Maurício Noriega ao 'Pod Pai Pod Filho' desta segunda-feira
podcast “Pod Pai e Pod Filho” recebe nesta segunda-feira, 07 de agosto, o jornalista esportivo e comentarista, Maurício Noriega. O comunicador fala sobre carreira, situação do futebol no Brasil e no mundo e relembra o convite para integrar a final da UEFA Champions League no SBT.
Com um currículo extenso, Maurício é filho do lendário Luiz Noriega, jornalista e locutor esportivo. O entrevistado explica que no passado não gostava do jornalismo, já que o pai viajava muito e ele sentia sua ausência. Mas com o passar dos anos, Maurício foi se identificando com a área.
“Meu pai foi uma grande influência, talvez um pouco sem querer. Ele faleceu em 2012, vai fazer 11 anos que meu pai morreu e eu tinha uma aversão do jornalismo no início da minha vida, porque o jornalismo tirava meu pai de casa, ele ficava 60 dias fora de casa, viajando pela Europa, África. Eu lembro que na Olimpíada de Moscou, ele foi um mês antes para lá. O jornalismo tirava meu pai de casa, mas depois fui fazer a mesma coisa que ele”, diz o comentarista.
“Eu fui atleta há muitos anos, eu jogava vôlei na época, ganhava para jogar e eu fiz jornalismo para aprender a escrever, com o sonho de escrever um livro. Eu escrevi alguns livros, mas eu nunca imaginava trabalhar na televisão. Eu tinha na cabeça que as pessoas iam falar que eu só estava na TV porque eu era filho do Luiz Noriega. Hoje, eu sei que era uma besteira e eu vi que só perdi tempo”, revela o convidado.Estou fazendo a coluna para eles [Transamérica]. Eu me lembro quando tive a oportunidade de fazer a final da Champions aqui com você, Téo. Eu coloco esse momento como um dos pontos altos da minha carreira. Eu já fiz duas finais de Copa do Mundo, várias finais da Copa América, Libertadores, finais de Euro, mas ter feito a final da Champions foi uma alegria enorme”, pontua Noriega.
“Meu pai foi uma grande influência, talvez um pouco sem querer. Ele faleceu em 2012, vai fazer 11 anos que meu pai morreu e eu tinha uma aversão do jornalismo no início da minha vida, porque o jornalismo tirava meu pai de casa, ele ficava 60 dias fora de casa, viajando pela Europa, África. Eu lembro que na Olimpíada de Moscou, ele foi um mês antes para lá. O jornalismo tirava meu pai de casa, mas depois fui fazer a mesma coisa que ele”, diz o comentarista.
“Eu fui atleta há muitos anos, eu jogava vôlei na época, ganhava para jogar e eu fiz jornalismo para aprender a escrever, com o sonho de escrever um livro. Eu escrevi alguns livros, mas eu nunca imaginava trabalhar na televisão. Eu tinha na cabeça que as pessoas iam falar que eu só estava na TV porque eu era filho do Luiz Noriega. Hoje, eu sei que era uma besteira e eu vi que só perdi tempo”, revela o convidado.Estou fazendo a coluna para eles [Transamérica]. Eu me lembro quando tive a oportunidade de fazer a final da Champions aqui com você, Téo. Eu coloco esse momento como um dos pontos altos da minha carreira. Eu já fiz duas finais de Copa do Mundo, várias finais da Copa América, Libertadores, finais de Euro, mas ter feito a final da Champions foi uma alegria enorme”, pontua Noriega.
Estou fazendo a coluna para eles [Transamérica]. Eu me lembro quando tive a oportunidade de fazer a final da Champions aqui com você, Téo. Eu coloco esse momento como um dos pontos altos da minha carreira. Eu já fiz duas finais de Copa do Mundo, várias finais da Copa América, Libertadores, finais de Euro, mas ter feito a final da Champions foi uma alegria enorme”, pontua Noriega.
O podcast completo com Fernando Mansur estará disponível no YouTube do SBT Sports e no próprio canal do “Pod Pai Pod Filho” a partir das 19h (de Brasília) desta segunda-feira (31).
.jpg)
Comentários
Postar um comentário